Sobre o Curso
A Formação Humanística é exigida pela Resolução 75/2009 do Conselho Nacional de Justiça e está presente em praticamente todos os editais de magistratura, além de comparecer, com outros nomes, em concursos do Ministério Público, da Defensoria e de tribunais. É também a disciplina que o candidato deixa por último — e a que mais custa pontos.
O motivo é conhecido: o conteúdo é vasto, a bibliografia é dispersa, os autores se confundem entre si e as bancas exploram exatamente essa confusão. Trocam a anomia de Durkheim pela de Merton, o método hermenêutico-concretizador pelo científico-espiritual, o positivismo inclusivo pelo exclusivo. São pontos perdidos por falta de material adequado, não por falta de estudo. E, nas fases seguintes, a Humanística deixa de ser uma lista de nomes para se tornar o repertório que sustenta a argumentação: a fundamentação de uma sentença, a resposta sobre ativismo judicial, a pergunta do examinador sobre imparcialidade e ideologia.
O Curso de Formação Humanística do DC Jurídico foi escrito para resolver isso. São 54 blocos de estudo distribuídos em 8 disciplinas — Sociologia do Direito, Filosofia do Direito, Teoria Geral do Direito e da Política, Direito Antidiscriminatório, Psicologia Judiciária, Ética e Estatuto da Magistratura, Direito Digital e Constitucionalismo aprofundado —, totalizando cerca de 260 páginas de conteúdo integralmente autoral, sem colagem de manuais e sem enchimento.
Não é uma pilha de 2.000 páginas que "cobre 99% da prova", nem um resumo de duas linhas que desmorona na primeira alternativa bem elaborada. É o caminho do meio, que é o correto: texto de autor, escrito em linguagem de prova, com profundidade suficiente para entender e extensão suficiente para ser efetivamente lido antes do certame.
Cada bloco é uma unidade fechada, pensada para ser lida em uma sessão e revisada em minutos, sempre com a mesma estrutura:
Contexto e desenvolvimento — o autor, o problema que ele enfrenta e a tese, com os conceitos exatos que a banca cobra.
DICA DC — o ponto que decide a questão: distinções finas e associações entre autor, obra e conceito. São mais de 80 dicas ao longo do curso.
Atenção à pegadinha — a troca de definições que as bancas repetem ano após ano, isolada e explicada.
Ganchos — como o tema cai na discursiva e na oral, e como ele se conecta com Direito Constitucional, Penal, Criminologia e prática judiciária.
Síntese do bloco — o resumo em tópicos, feito para a revisão da véspera.
Os blocos são remissivos entre si: quando um conceito reaparece, o texto indica em que bloco ele foi construído. O curso funciona como um sistema, e não como resumos avulsos.
Para quem é: candidatos à magistratura estadual e federal em qualquer fase da preparação; candidatos ao MP, à Defensoria e a cargos de analista e assessoria em tribunais; quem já passou na primeira fase e precisa de repertório para a discursiva e a oral; e quem já tem material de confiança nas disciplinas dogmáticas e busca um diferencial real na Humanística.
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